Qualidade do sono impacta também na longevidade

December 13, 2017

 

Você dorme bem? Independente da sua resposta, saiba que a qualidade do sono é um fator determinante para que as pessoas tenham uma vida mais longa e, consequentemente, mais feliz. Pesquisadores da Universidade de Chicago mostraram que dormir ainda é o melhor remédio.

 

Envelhecimento está ligado à qualidade do sono

 

Acúmulo de gordura, flacidez dos músculos, perda de força nos ossos e falta de disposição parecem ser sintomas apenas do envelhecimento natural do ser humano. Mas saiba que também caracterizam pessoas que têm deficiência do hormônio GH, que é produzido durante o sono.

A partir disso, você pode notar que as pessoas que dormem pouco envelhecem mais rápido do que as que tem um sono com maior qualidade.

 

De 1985 a 1999, cerca de 149 pessoas com idades entre 16 e 83 anos foram acompanhadas por médicos da Universidade de Chicago. Os pesquisadores concluíram nesses 14 anos que as pessoas com menos de 35 tinham um sono profundo que durava cinco vezes menos do que as que tinham menos de 25 anos.

 

Os dados, publicados no The Journal of the American Medical Association, parecem confusos, mas começam a fazer sentido quando se sabe que o sono é dividido em cinco fases e que apenas a terceira e a quarta formam o sono profundo. É nessa hora que o cérebro produz o hormônio GH.

 

Se você dorme bem por um bom número de horas, essas fases acontecem até mais que uma vez por noite. Se dorme pouco, logo, há escassez de GH e a probabilidade de acelerar o envelhecimento é maior.

Dizer que envelhecemos a partir dos 25 anos não é nenhum exagero, já que é nessa idade, até os 35 anos, que o tempo de descanso noturno é reduzido e a qualidade do sono cai de 19% para 3,5%.  A partir dos 35 anos, o hormônio é 75% menor que quando mais jovem.

 

Sempre é tempo de buscar a qualidade do sono
Se você passou a vida dormindo mal, tarde e pouco, saiba que sempre é tempo de virar o jogo e recuperar o tempo perdido melhorando a qualidade do sono. Dormir bem não é dormir muito, mas sim dar a devida importância para o sono.

 

Prepare-se para dormir, desacelerando o cérebro de 30 a 60 minutos antes de ir para a cama. Para isso, prepare um ambiente apropriado para que o sono possa vir naturalmente. Esqueça o smartphone ou distrações que agitam o cérebro como televisão.

 

Estabeleça horários para que seu corpo saiba quando tem de começar a adormecer e acordar. Fazendo do sono uma rotina, seu corpo todo entra no ritmo naturalmente.

 

Você está se perguntando qual a recompensa disso tudo? Um desempenho cerebral melhor, maior concentração e capacidade de armazenar informações. Isso porque é com uma boa qualidade do sono que o sistema nervoso central consegue fazer a reconstrução das suas células, o que resulta em uma atividade mental mais turbinada.

 

Se viver mais, melhor, com aparência mais jovem não são argumentos suficientes para que você melhore a qualidade do sono, saiba que uma noite bem dormida ajuda a emagrecer. Enquanto você descansa, seu corpo produz leptina, um hormônio que ajuda na saciedade.

 

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